24 de setembro de 2026 by Imunoderm Clínica 0 Comments

XXI Reunião Científica do IMUNORIO acontece nesta sexta-feira, 25 de setembro

Encontro reunirá especialistas para discutir síndrome mastocitária e hipogamaglobulinemia, com coordenação do Prof. Luiz Werber Bandeira.

Nesta sexta-feira, 25 de setembro, às 15h, a Imunoderm realiza a XXI Reunião Científica do IMUNORIO, dando continuidade ao calendário de encontros voltados à atualização médica, discussão de casos e troca de conhecimento entre profissionais.

Nesta edição, os temas escolhidos envolvem duas áreas importantes da Imunologia Clínica: a síndrome mastocitária e a hipogamaglobulinemia.

A reunião contará com a participação do Dr. Thiago Bandeira e do Dr. Bernard Kawa Kac, sob coordenação do Prof. Luiz Werber Bandeira.


Síndrome mastocitária: discussão a partir de um caso clínico

Um dos temas do encontro será a síndrome mastocitária, apresentada por meio de um caso clínico anatomoclínico.

As doenças relacionadas aos mastócitos podem apresentar manifestações bastante variadas, o que torna a avaliação clínica e a discussão multidisciplinar especialmente importantes.

A proposta da reunião é justamente aproximar o conhecimento teórico da prática, utilizando o caso clínico como ponto de partida para discutir investigação, raciocínio diagnóstico e conduta.


Hipogamaglobulinemia e reposição de imunoglobulina

Outro tema em destaque será a hipogamaglobulinemia, condição caracterizada pela redução dos níveis de imunoglobulinas no organismo.

Durante o encontro, será discutida uma questão importante na prática da Imunologia:

Quando indicar a reposição de imunoglobulina?

A decisão depende de diferentes fatores clínicos e laboratoriais, e a discussão busca aprofundar os critérios utilizados na avaliação desses pacientes.


Ciência e atualização fazem parte da história da Imunoderm

As Reuniões Científicas do IMUNORIO fazem parte de uma tradição de incentivo ao ensino, à discussão clínica e à atualização médica contínua.

Mais do que apresentar temas, os encontros criam um espaço para troca de experiências, análise de casos e aprofundamento em assuntos relevantes para a prática médica.


XXI Reunião Científica | IMUNORIO

Data: 25 de setembro de 2026
Horário: 15h
Local: Imunoderm – IMUNORIO

Participantes:
Dr. Thiago Bandeira
Dr. Bernard Kawa Kac

Coordenação:
Prof. Luiz Werber Bandeira


Quer participar?

Profissionais interessados em acompanhar a reunião podem entrar em contato com a equipe da Imunoderm para mais informações sobre participação.

Imunoderm | Imunologia • Alergia • Dermatologia

24 de setembro de 2026 by Imunoderm Clínica 0 Comments

Umidade alta e mofo: por que isso pode piorar as alergias respiratórias?

Ambientes úmidos favorecem a proliferação de fungos e podem aumentar sintomas como rinite, tosse, chiado e falta de ar em pessoas alérgicas.

Quando a umidade aumenta, o mofo costuma aparecer com mais facilidade em paredes, banheiros, armários e outros pontos da casa.

Para algumas pessoas, isso representa apenas um incômodo visual. Para quem tem alergia respiratória, porém, o problema pode ir além.

Espirros frequentes, nariz entupido, coriza, tosse, chiado e piora da asma podem estar relacionados à exposição a fungos presentes em ambientes úmidos.

Se os sintomas pioram quando você entra em locais com cheiro de mofo ou muita umidade, vale prestar atenção nessa relação.


Por que o mofo pode provocar sintomas?

O mofo é formado por fungos que encontram condições favoráveis para crescer principalmente em locais com umidade elevada, pouca ventilação ou infiltrações.

Esses fungos podem liberar partículas microscópicas no ambiente, conhecidas como esporos.

Quando uma pessoa sensibilizada entra em contato com essas partículas, o sistema imunológico pode desencadear uma resposta alérgica.

Entre os sintomas mais comuns estão:

  • espirros em sequência;
  • coceira no nariz ou nos olhos;
  • coriza;
  • obstrução nasal;
  • tosse;
  • chiado no peito;
  • sensação de falta de ar.

Onde o mofo costuma aparecer?

Nem sempre ele está em um local muito visível.

Alguns pontos merecem atenção especial:

Banheiros
O vapor do banho aumenta rapidamente a umidade do ambiente.

Armários e gavetas
Principalmente quando ficam fechados por longos períodos ou recebem roupas ainda úmidas.

Paredes com infiltrações
Manchas amareladas, escuras ou com aspecto úmido podem indicar um problema que precisa ser resolvido.

Atrás de móveis
A pouca circulação de ar pode favorecer o crescimento de fungos.

Ambientes pouco ventilados
Locais fechados e úmidos oferecem condições favoráveis para o desenvolvimento do mofo.


Como reduzir a umidade dentro de casa?

Alguns cuidados simples podem fazer diferença.

1. Evite guardar roupas úmidas

Roupas, toalhas e roupas de cama devem estar completamente secas antes de serem colocadas em armários ou gavetas.

2. Mantenha o banheiro o mais seco possível

Depois do banho, procure reduzir o excesso de água das superfícies e melhorar a circulação do ar no ambiente.

3. Resolva infiltrações rapidamente

Limpar a mancha de mofo sem corrigir a origem da umidade tende a fazer com que o problema volte.

4. Use ar-condicionado ou desumidificador quando necessário

Esses equipamentos podem ajudar a reduzir a umidade do ambiente.

É importante, no entanto, manter filtros e aparelhos limpos.

5. Observe a ventilação

Abrir as janelas pode ajudar, mas é importante considerar as condições do lado de fora.

Em dias com umidade externa muito elevada, deixar o ambiente aberto por muitas horas também pode aumentar a umidade interna.


Atenção na hora de limpar o mofo

Esse é um cuidado especialmente importante para quem já apresenta alergias respiratórias.

Ao mexer em uma área com mofo, partículas podem se dispersar pelo ar e ser inaladas.

Se a área afetada for extensa, o ideal é que o próprio paciente alérgico não faça essa limpeza.

Além de remover o mofo, é fundamental descobrir e corrigir o que está mantendo aquele ambiente úmido.


Quando procurar um alergista?

Alguns sinais indicam que vale investigar melhor:

  • sintomas respiratórios frequentes;
  • piora recorrente dentro de casa;
  • crises de rinite difíceis de controlar;
  • tosse que aparece repetidamente;
  • chiado no peito;
  • necessidade frequente de medicamentos;
  • sintomas que pioram em ambientes úmidos ou com cheiro de mofo.

O mofo pode ser um dos gatilhos, mas não necessariamente o único.

Ácaros, poeira, pelos de animais e outros alérgenos também podem estar envolvidos.


Nem sempre o problema está apenas no ambiente

Quando os sintomas se repetem, o alergista pode avaliar o histórico do paciente e, quando necessário, solicitar testes para identificar possíveis sensibilizações.

Compreender o que está desencadeando as crises é um passo importante para definir estratégias de controle e tratamento.


Cuidar da casa também faz parte do tratamento

O controle das alergias respiratórias não depende apenas de medicamentos.

Reduzir a exposição aos gatilhos presentes no ambiente pode ajudar a diminuir a frequência e a intensidade dos sintomas.

Na Imunoderm, a equipe de Alergia e Imunologia realiza avaliação e investigação de diferentes causas de alergias respiratórias.

Seus sintomas pioram em ambientes úmidos ou com mofo?

Agende uma avaliação com um alergista da Imunoderm.